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Mirita

4,80 €

"Mirita Casimiro”

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Pregadeira andorinha

Dimensoes: 60x50mm

Esta peça é artesanal, feita pelas mãos de Catarina Dias. É composta por cerâmica polímera, cortiça e liga metálica.

This piece is handmade by Catarina Dias. It’s composed by polymer clay, Cork and metal alloy.

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Mirita Casimiro - Atriz portuguesa, de seu nome completo Zulmira Casimiro de Almeida. Subiu aos palcos bastante cedo, com 18 anos, integrando o elenco da revista Viva a Folia (1934). As suas atuações foram marcadas pela irreverência e pela desenvoltura, tendo sido muito popular em revista. Foi também extremamente popular no Brasil, onde viveu durante oito anos. Fez também opereta, farsa e comédia, protagonizando, no cinema, a película Maria Papoila, de 1937, comédia popular que foi o seu maior êxito. Foi casada com Vasco Santana, com quem formaria uma Companhia Teatral. Em 1965, ingressou no elenco do Teatro Experimental de Cascais, a primeira companhia de teatro independente de Portugal. A sua última aparição cinematográfica foi na comédia Um Campista em Apuros (1968). Em 1968, um violento acidente de viação obrigou-a a abandonar os palcos. Na sua cidade natal, existe um auditório com o seu nome."

"1930 - os filmes sonoros fazem furor em toda a parte. Em Portugal, uma nova geração de críticos e cineastas entre os quais Chianca de Garcia, Jorge Brum do Canto Leitão de Barros e António Lopes Ribeiro, afirma a necessidade da criação de um grande estúdio apetrechado para o som como peça fundamental para o advento de uma indústria de cinema português.
Enquanto o estúdio não passa de um projecto, Leitão de Barros realiza A Severa, primeiro fonofilme português, que teve de ser inteiramente sonorizado em França e que viria a alcançar um grande sucesso de público, dando força ao projecto de grupo. Mas a grande aposta seria, dois anos mais tarde, o filme A Canção de Lisboa, matriz de todas as comédias posteriores, lançando grandes nomes que marcariam por décadas a comédia portuguesa: António Silva, Vasco Santana e Beatriz Costa, entre outros.
1933 foi não só o ano da estreia da Canção de Lisboa como também o ano de promulgação da Constituição que viria a consagrar o salazarismo e a institucionalizar o Estado Novo. Este, toma em relação ao cinema uma função de forte intervenção, fazendo surgir uma espécie de cinema de Estado, que tem no filme A Revolução de Maio o seu exemplo paradigmático.

Até ao final da década de trinta assiste-se a um incremento do cinema de propaganda bem como a experiência ímpares no nosso cinema, caso da Canção da Terra, continuando a comédia a ser a veia dominante, alcançando grande vigor com o filme de Chianca de Garcia, Aldeia da Roupa Branca.

A par das grandes comédias dos anos 40, como o Pátio das Cantigas e o Pai Tirano, surgem filmes únicos neste período como o caso de Aniki Bóbó e do Ala Arriba.

Os últimos anos da guerra trazem outra realidade ao país; o salazarismo deixa de constituir a esperança que representara nos anos trinta. Os anos já não são alegres e despreocupados. Caminha-se para um lado "mais sério" em detrimento da graça anterior." https://www.rtp.pt/programa/tv/p2884/e3

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WALKwithART® é uma Marca que pretende valorizar este país de tantas mais-valias, materiais e imateriais. Além de gostar, queremos mostrar e promover o “saber-fazer” de tantos portugueses, que dedicam a vida a fazer o seu melhor: uns pelo que os seus antepassados lhes ensinaram, outros porque decidiram inovar, criar ou recriar.

Andar bem calçado é algo fundamental... e quando se alia a arte de fazer calçado a outras artes, o resultado é uma coleção repleta de conforto e com uma aparência única. Trata-se de um conceito que promove o “made in Portugal”.

Fazendo o enquadramento geral deste projeto, o que nos propomos desenvolver é uma linha de calçado de edição limitada, confortável, intemporal e unissexo, com associação a obras de arte, ou seja, o mesmo modelo veste roupagens diferentes, de acordo com uma representação artística: percorrem-se temáticas nacionalistas até à liberdade criativa de uma obra de um artista português. A produção é 100% portuguesa e de elevada qualidade. Desta forma, promove-se simultaneamente a produção nacional e a arte. Pretende-se, de facto, aliar a arte de fazer calçado a outras artes. Trabalha-se assim numa triangulação constante entre qualidade, exclusividade e arte.

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